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Covid-19: Atenção para a importância da vacinação das doses de reforço

Pessoas com a vacinação em atraso, idosos e grupos de risco são os que mais sofrem com a nova onda de Covid-19, que  se alastra há aproximadamente dois meses. Cerca de 69 milhões de brasileiros não tomaram sequer a primeira dose de reforço da vacina, de acordo com o Ministério da Saúde.

O atraso é ainda maior em relação às crianças. Apenas 5,5% entre 3 e 4 anos tomaram duas doses de alguma vacina quatro meses após a aprovação do uso emergencial da Coronavac para essa faixa etária. Para os mais novos, existe a aprovação apenas para uso da Pfizer em pacientes com comorbidades. De acordo com dados do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), são 5,9 milhões de crianças dessas idades. Apenas 324 mil estão imunizadas com a segunda dose da vacina. E 938 mil tomaram a primeira. Enquanto isso, casos e internações disparam em todo o Brasil.

Vacinas Bivalentes Contra a Covid-19

A Anvisa está analisando dois pedidos da Pfizer referentes às vacinas chamadas bivalentes (vacinas que já está atualizada para combater as novas variantes do corona vírus). Uma delas contém, além da cepa original, a subvariante ômicron BA.1. Já a outra versão engloba as subvariantes BA.4/BA.5. Nos dois pedidos a fabricante requer a indicação da vacina bivalente para aplicação como dose de reforço na população acima de 12 anos de idade.

Segundo a empresa Pfizer, o reforço com a vacina bivalente se propõe a conferir uma maior proteção frente às variantes Ômicron, variante de preocupação no país. A versão bivalente já foi aprovada na União Europeia e nos Estados Unidos.

Fonte: Brasil 61

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